Manuscrito em papel chinês encontrado em 1907 nas ruínas da Grande Muralha da China datado de aproximadamente 150 d.C.
Acervo do Museu Britânico.
No século II, a China começou a produzir papel para escrita com fibras
de cânhamo ou de casca de árvore. Segundo os registros da "História
do Período Posterior da Dinastia Han" do século V, o marquês TSai
Lun (?-125) dos Han do Este (25-220 D.C.) produziu papel a partir
de 105 D.C com materiais baratos - casca de árvore, extremidades de
cânhamo, farrapos de algodão e redes de pesca rasgadas. O uso do papel
vulgarizou-se, a partir de então; e o papel era conhecido entre o
povo como "papel TSai Lun".
A partir de
então, o papel começou a substituir
o bambu, madeira e seda.
Nos séculos seguintes, os processos
tecnológicos e equipamentos
para a produção de papel
desenvolveram-se mais ainda.
O papel e métodos de fabricação
deste material foram primeiramente
introduzidos no Vietnam e Coreia:
e depois da Coreia para o Japão.
Os países árabes aprenderam com a
China a produzir papel nos meados
do século VIII, e dali a técnica
expandiu para a Europa e o resto do
mundo.